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A pedido de uma mãe vamos publicar o conteúdo do e-mail que nos foi enviado. Com dificuldade, vamo-nos abster de tecer qualquer comentário. 
Decidi colocar no YouTube um vídeo demonstrativo de um problema com que me deparo há já alguns anos no meu prédio, a ausência de uma rampa de acessibilidade que é obrigatória por lei.
Contactei as instituições competentes (Secretariado de Reabilitação, Primeiro-Ministro, Presidente da República, etc.), inclusivamente os meios de comunicação social que o divulgaram, porém, o problema mantém-se. Apesar da Câmara Municipal de Braga ter notificado o condomínio do prédio, em 2005, para que num prazo de 10 dias construíssem a rampa exigida por lei, caso contrário construiria a própria Câmara e apresentaria as despesas ao condomínio, nada mudou. Saturada de promessas atrás de promessas, constantemente "sem vislumbrar uma luz no fundo do túnel" e cansada de ouvir respostas como: "A rampa vai ser um mamarracho" e "Aqui a lei não entra" ou "Estraga a estética do prédio", resolvi tornar público este problema, para mostrar como a observância da lei não é para todos e, como, por exemplo, razões puramente estéticas (apontadas pelas pessoas que se colocam contra a construção da rampa) podem afectar a vida das pessoas, independentemente da ilegalidade, da injustiça e da falta de bom senso que isso possa representar. Este é o link do vídeo, onde poderá ver o prédio e o que significa quando o meu filho João portador da doença de Batten, necessita de se deslocar à clínica (no prédio ao lado) para uma consulta ou exame. Caso pretenda saber o que é a doença de Batten poderá ver o vídeo também no youtube neste link. Grata pela atenção, Paula M. P.S.: Por motivos que compreenderá, não publicaremos a identificação e contactos fornecidos. |